Percursos Equador
Resgate de algumas memórias das aventuras da viagem ao Equador, em Agosto de 2004. Inclui a viagem de comboio, no tejadilho de uma carruagem, no Nariz do Diabo, Chimborazo e Avenida dos Vulcões.
sábado, 14 de agosto de 2004
Bungee Jumping Equador
Foi por acaso que esta atividade se proporcionou. Estavam a montar todo o dispositivo para bungee jumping numa ponte, quando passamos. Ainda ninguém tinha saltado naquele dia. Eu mostrei interesse de imediato, mas o Luís não confiou nos organizadores ou no seu equipamento. Dado a sua renitência, fizeram o mesmo preço quer para uma pessoa como para duas. Ofereci-me para saltar primeiro. Pensei que depois de eu ter saltado ele iria, o que não aconteceu. Aproveitou para fazer a filmagem.
O melhor foi a saída, a sensação de estar livre no ar... O desagradável foi o esticão quando, perto da água, o elástico me puxou para cima...
Foi interessante mas não fiquei fã e provavelmente não vou repetir a experiência.
terça-feira, 10 de agosto de 2004
Nariz do Diabo
Viagem de comboio ao Nariz do Diabo e canyon do rio Chanchán.
A Avenida dos Vulcões termina em Alausí, vila bucólica, de onde parte o comboio.
Pernoitamos em Alausí, Riobamba. Tivemos que nos levantar muito cedo porque o guia informava que convinha estar no comboio com bastante antecedência (duas horas) para arranjar um bom lugar. Conseguimos ficar na primeira carruagem, no telhado, logo a seguir à locomotiva.
Ao que parece houve um grande acidente em 2008 e já não é possível viajar nestas condições.
A viagem tem a duração aproximada de duas horas e meia. O percurso desenrola-se por pouco mais de 6 km, serpenteando a montanha, junto à escarpa. Na sua construção terão morrido 2500 trabalhadores, na maioria jamaicanos. A linha ferroviária, uma desafiadora obra de engenharia, é considerada a de maior altitude e a mais estreita. São necessários condutores experientes para controlar o comboio na descida em ziguezagues de 800 metros até Sibambe.
Quando se chega à base, inverte-se o sentido de marcha, com intrincadas manobras.
O comboio não serve só os turistas: paragem para transporte de madeira.
Salembe
Avenida dos vulcões
Fizemos um percurso junto aos vulcões. Os sismos abriram fendas profundas e destruíram a estrada. No percurso atravessamos a pé o rio, por uma ponte de madeira para veículos ligeiros, bastante destruída...
Como se pode ver na imagem, a estrada ficou interrompida. Para a ligar construíram uma ponte de madeira, por cima do abismo. A travessia foi assustadora. Não tinha aspecto de aguentar com o carro. Eu fiquei a dar as indicações...
Deparámo-nos com fissuras, precipícios, blocos de rocha... Até que o caminho se tornou completamente intransitável e tivemos que voltar para trás.
Agora, com mais segurança, passamos a ponte improvisada de madeira, sem eu ter saído do carro para orientar o condutor...
Cúpula do Chimborazo
A cúpula do vulcão Chimborazo alcança 6.262 metros e é considerada a montanha mais alta do Equador. O cume do vulcão Chimborazo não é apenas o pico mais alto do Equador, mas também o ponto mais distante do planeta, a partir do centro da Terra, devido à protuberância equatorial da Terra.
Chimborazo
O estratovulcão Chimborazo tem altitude de 6268.
Imagem de Chimborazo a 3992 metros de altitude. Localização 1º20,831S 78º48,656W.
Imagem de Chimborazo a 4000 metros de altitude. Localização 1º20,850S 78º48,656W.
No regresso...
Saímos de Quito na direção sul e percorremos cerca de 180 km. A Carretera Panamericana é a estrada mais alta e dá acesso ao monte Chimborazo.
É possível aceder de carro até ao 1º refúgio, Cabaña Carrel, a 4850 metros, por uma estrada de terra batida. Foi o que fizemos.
A partir daí subimos até a Cabaña Whymper a 5.000 metros, onde se pode pernoitar.
Continuamos a subir até conseguirmos alcançar o gelo, talvez apenas mais uns 100 metros que não foram nada fáceis. Não estávamos minimamente preparados. Mas a maior dificuldade foi na descida. Para além do frio, do vento e da altitude, as pedras soltas rolavam debaixo dos pés...
Memórias do Equador
Andei a tentar resgatar algumas memórias.
O computador que tenho agora (faz em setembro dois anos) não tem entrada para o cabo que liga a minha máquina de filmar. É uma SONY DCR-PC109E que utiliza mini video cassetes. Ainda não encontrei forma de digitalizar os vídeos ou de os passar para o computador.
Em desespero de causa, já que a minha memória é muito fraca, resolvi fotografar algumas imagens a partir do ecrã da televisão.
Estive assim a reviver algumas das incríveis aventuras da viagem ao Equador, em Agosto de 2004.
O computador que tenho agora (faz em setembro dois anos) não tem entrada para o cabo que liga a minha máquina de filmar. É uma SONY DCR-PC109E que utiliza mini video cassetes. Ainda não encontrei forma de digitalizar os vídeos ou de os passar para o computador.
Em desespero de causa, já que a minha memória é muito fraca, resolvi fotografar algumas imagens a partir do ecrã da televisão.
Estive assim a reviver algumas das incríveis aventuras da viagem ao Equador, em Agosto de 2004.
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