terça-feira, 10 de agosto de 2004

Nariz do Diabo

Viagem de comboio ao Nariz do Diabo e canyon do rio Chanchán.
A Avenida dos Vulcões termina em Alausí, vila bucólica, de onde parte o comboio. 

Pernoitamos em Alausí, Riobamba. Tivemos que nos levantar muito cedo porque o guia informava que convinha estar no comboio com bastante antecedência (duas horas) para arranjar um bom lugar. Conseguimos ficar na primeira carruagem, no telhado, logo  a seguir à locomotiva.

Ao que parece houve um grande acidente em 2008 e já não é possível viajar nestas condições.
A viagem tem a duração aproximada de duas horas e meia. O percurso desenrola-se por pouco mais de 6 km, serpenteando a montanha, junto à escarpa. Na sua construção terão morrido 2500 trabalhadores, na maioria jamaicanos. A linha ferroviária, uma desafiadora obra de engenharia, é considerada a de maior altitude e a mais estreita. São necessários condutores experientes para controlar o comboio na descida em ziguezagues de 800 metros até Sibambe. 
Quando se chega à base, inverte-se o sentido de marcha, com intrincadas manobras.




















 O comboio não serve só os turistas: paragem para transporte de madeira.

Salembe 


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